Português (Brasil)

Mastite, doença que pode provocar perdas de até 14 milhões de litros de leite, é traiçoeira e tem de ser tratada

Mastite, doença que pode provocar perdas de até 14 milhões de litros de leite, é traiçoeira e tem de ser tratada

Data de Publicação: 30 de março de 2022 09:54:00 Em média, a doença causa perdas de 40% na produção, o que pode representar até R$ 30,1 bilhões em prejuízos aos produtores de leite.

Compartilhe este conteúdo:

 

Em média, a doença causa perdas de 40% na produção, o que pode representar até R$ 30,1 bilhões em prejuízos aos produtores de leite.

 

*Informe técnico

O número é assustador: 14.178.023 de litros. Essa é a quantidade de leite que pode ser perdida na produção nacional devido à ocorrência da mastite entre as mais de 16 milhões de vacas que – de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – compõem o rebanho nacional.

- O problema é comum especialmente em épocas quentes e úmidas – e o tratamento rápido ajuda a manter os animais ativos e evitar prejuízos - explica Antônio Coutinho, gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol Saúde Animal.

- Em média, a doença causa perdas de 40% na produção, o que pode representar até R$ 30,1 bilhões em prejuízos aos produtores de leite. Durante os períodos mais quentes e úmidos, as bactérias que causam a inflamação da mama dos bovinos se proliferam com mais facilidade, o que é motivo de preocupação adicional - alerta Coutinho.

A mastite impacta a produção de duas formas. A primeira é econômica: todo o leite produzido por vacas doentes precisa ser descartado e não pode ser consumido pelas pessoas. A segunda está relacionada ao bem-estar animal: as vacas podem ficar inchadas, com vermelhidão e até mesmo feridas nos tetos. 

- A mastite clínica geralmente tem três graus. O primeiro provoca alterações no leite e pode ser tratado com antibióticos e/ou antinflamatórios isoladamente, dependendo do agente. O segundo, quando as mudanças no leite se somam à inflamação dos tetos, e o terceiro inclui a prostração do animal. Nos graus 2 e 3, recomenda-se a associação de um antibiótico com um anti-inflamatório, garantido a recuperação rápida do rebanho - destaca o especialista da Vetoquinol.

Dedicada ao bem-estar animal, a Vetoquinol – uma das 10 maiores indústrias veterinárias do mundo – oferece ao mercado duas soluções eficazes para o tratamento das formas mais graves da mastite. Composto de marbofloxacina, Forcyl® é um potente antibiótico para as vacas leiteiras, e Tolfedine® CS – primeiro anti- inflamatório não esteroidal à base de ácido tolfenâmico, carência zero no leite, à disposição no mercado nacional – atua como

 

 

Com a mastite, pecuária leiteira brasileira pode perder até 14.178.023 de litros de leite (Foto: Vetoquinol)

 

adjuvante no tratamento.

- A formulação inovadora do Forcyl permite que, com apenas uma dose, o produtor já comprove sua ação, devido à rápida recuperação do animal, trazendo-o de volta à produtividade. A associação com Tolfedine® CS garante resultados ainda mais imediatos, além de proporcionar melhor bem-estar das vacas em fase aguda da mastite e ser um importante auxiliar na manutenção dos lucros da propriedade - finaliza Antônio Coutinho.      

*Texto produzido pela assessoria de imprensa da Vetoquinol.

 

Compartilhe este conteúdo:

  Seja o primeiro a comentar!

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Envie seu comentário preenchendo os campos abaixo

Nome
E-mail
Localização
Comentário