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LEITE – Investimentos em tecnologias impulsionam crescimento dos maiores produtores

Publicado em 02/04/2018

LEITE – Investimentos em tecnologias impulsionam crescimento dos maiores produtores

*Da Publique Comunicação

Os 100 maiores produtores de leite do Brasil conseguiram em 2017 elevar em 10,4% a produção média diária de seus rebanhos, chegando a 17.929 litros/dia, segundo o Levantamento Top 100 2018 que acaba de ser divulgado pelo Milkpoint.

– Esse crescimento é um indicativo de que os produtores de leite estão cada vez mais adotando novas tecnologias para elevar a eficiência de seus rebanhos – assegura Cláudio Aragon, Diretor de Mercados da Semex Brasil.

Cláudio Aragon, Diretor de Mercados da Semex Brasil (Foto: Divulgação)

Cláudio Aragon, Diretor de Mercados da Semex Brasil (Foto: Divulgação)

A empresa forneceu genética para 44% das fazendas classificadas no Top 100, sendo que, entre as cinco líderes do levantamento, quatro delas utilizam, além da genética, diversos programas e soluções tecnológicas da Semex Brasil. Dentre elas está a Fazenda Colorado, que manteve sua liderança ao elevar em cerca de 7% o volume produzido diariamente, totalizando 67.640 litros/dia.

O aumento da produção também está ligado ao uso de tecnologias para selecionar animais de maior imunidade, o que também contribui para reduzir consideravelmente os custos com medicamentos. Entre as Top 100, os custos operacionais de produção apresentaram queda de 3%. De acordo com Aragon, a maior demanda entre grandes produtores de leite é por animais de boa produtividade, mas também com menor incidência de doenças.

– Hoje já é possível utilizar nos acasalamentos apenas reprodutores classificados como Immunity+. Com isso, o produtor consegue agregar muito mais valor ao seu rebanho e elevar a rentabilidade do negócio. Os produtos de touros Immunity+ são comprovadamente mais resistêntes a doenças, têm maior longevidade, colostro de alta qualidade (no caso das filhas) e conseguem uma recuperação rápida quando têm casos de mastite – explica.

O levantamento ainda apontou que mais de 50% planejam expandir os negócios. Segundo Aragon, investir em programas de monitoramento do rebanho será fundamental para as fazendas que pretendem atingir essa meta.

– Com base nos índices reprodutivos, produtivos e sanitários do rebanho, é possível fazer um planejamento mais preciso de gestão da propriedade. O programa Semex Dairy Track traz todos esses dados em relatórios quinzenais para o produtor, ajudando-o na tomada de decisão relativa ao desempenho do rebanho. Além disso, o programa traz uma comparação com outras 9 mil propriedades de diferentes países, permitindo ao produtor tomar medidas para melhorar os índices de seu rebanho, caso estejam abaixo da média mundial – explica Aragon.

Outra ferramenta que tem revolucionado a pecuária leiteira é a genômica. Hoje, já é possível fazer o gerenciamento genético do rebanho por meio do programa de acasalamento Semex Optimate. A ferramenta permite selecionar as melhores vacas do rebanho para acasalar com os touros de qualidade genética superior, levando em conta as características que a propriedade pretende melhorar em seu sistema de seleção, como saúde, produção, fertilidade, dentre outras. Com isso, a propriedade consegue multiplicar em seu rebanho apenas os melhores touros e vacas, com base no genoma de cada um deles. Já os exemplares classificados como ruins são utilizados para outros fins dentro do rebanho.

– Assim a fazenda deixa de multiplicar a genética de animais ruins.

Todas essas soluções tecnológicas disponíveis estão ajudando a colocar a pecuária leiteira do Brasil em um nível superior de produção. O levantamento Top 100 revelou que a produtividade por vaca aumentou na maioria das regiões brasileiras. O maior incremento produtivo (em litros/vaca) foi na região Sul (+2,5 litros/vaca), consolidando-se como a região com maior produtividade por vaca do país (32,3 litros/vaca), considerando os 100 maiores produtores.

– Os resultados alcançados com a utilização de todas essas tecnologias no rebanho vão aumentando a confiança do produtor na pecuária leiteira. Ele percebe claramente os benefícios das tecnologias e passa a investir cada vez mais. Para nós, enquanto empresa de genética e de soluções, é importante sempre levar ao produtor ferramentas que possam agregar valor dentro da propriedade –  finaliza.

Sobre a Semex

O Grupo Semex, está há mais de 35 anos no mercado. No Brasil, é composto pela central de comercialização, exportação e importação de sêmen Semex Brasil; a central de coleta e industrialização de sêmen Tairana; a central de produção e prestação de serviço Cenatte Embriões e a SRC Supply, que comercializa equipamentos para IA e saúde animal.

*Com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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