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Piscicultura

PESCA – Naturantins discute pesquisa sobre estoque da Bacia Araguaia

Publicado em 27/03/2018

PESCA – Naturantins discute pesquisa sobre estoque da Bacia Araguaia

*Da Redação

O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e parceiros, estão fazendo levantamentos do estoque pesqueiro da região da Bahia do Rio Araguaia, no estado. Encontro com este objetivo foi realizado no último sábado, 24, na sede do Parque Estadual do Cantão (PEC), município de Caseara.

O encontro foi promovido pelo superintendente de Gestão Ambiental do Naturatins, Natal Cesar Castro (Foto: Ascom/Naturatins)

O encontro foi promovido pelo superintendente de Gestão Ambiental do Naturatins, Natal Cesar Castro (Foto: Ascom/Naturatins)

O encontro foi promovido pelo superintendente de Gestão Ambiental do Naturatins, Natal Cesar Castro, com a presença do supervisor do Parque, Adailton Glória, e os representantes do Instituto Araguaia de Proteção Ambiental, os pesquisadores George Georgiadis e Silvana Campelo.

Para o superintendente Natal Castro, a reunião foi muito produtiva e teve como proposta reforçar a parceria existente com o Instituto Araguaia de maneira que a instituição aprofunde e avance nos estudos referentes ao estoque pesqueiro da região do Cantão.

– O Naturatins possui um Acordo de Cooperação Técnica com o Instituto e com a portaria 72, a proposta é verificar a presença das espécies, que tamanhos prevalece e se aumentou ou diminuiu o estoque de peixes – considerou.

A ecotóna Silvana Campelo lembra que o Instituto Araguaia realizou uma pesquisa no Parque e entorno e verificou que as espécies de tucunaré e pirarucu estão com populações em declínio. Para ela, esta queda também ocorre com o pirarucu na bacia do Rio Araguaia.

– Em razão desse estudo, o Naturatins promoveu uma ampla discussão, e em posse de dados existentes, estabeleceu a cota zero no Estado –  declarou.

– Acreditamos que esses três anos será o tempo necessário para repovoar os rios e dessa maneira ter peixe para as populações ribeirinhas e também para as pessoas alimentar-se do peixe às margens dos rios – defendeu.

Na visão da pesquisadora Silvana, o repovoamento das espécies irá fomentar a economia, já que a categoria pesque e solte, tem se mostrado uma excelente economia nas regiões onde ela é praticada.

O superintendente Natal Castro explica que o Instituto Araguaia irá buscar a captação de recursos com instituições como o Boticário e outras para se fortalecer, no sentido de que, nestes três anos, sejam aprofundados os estudos. Ele disse que o Naturatins também vai buscar outras instituições para abranger o Grupo de Trabalho (GT), existente no órgão.

– A decisão da prorrogação ou não da cota zero no Tocantins, vai depender dos resultados desses estudos. Também vamos contar com a parceria dos pescadores profissionais – revelou.

Conforme o supervisor do Parque Estadual do Cantão, Adailton Glória, a reunião deste sábado na sede do Parque Estadual do Cantão foi fundamental para definir estudos que provem se houve ou não aumento na quantidade e qualidade do pescado da região.

– Somente depois da análise da pesquisa saberemos se a portaria 72, será prorrogada ou não – reforçou o supervisor.

*Material produzido pela Ascom/Naturatins, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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