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Laticínios

COMPETITIVIDADE – Fortalecimento da cadeia produtiva do leite tem o apoio da CNA

Publicado em 09/11/2017

COMPETITIVIDADE – Fortalecimento da cadeia produtiva do leite tem o apoio da CNA

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu empresários do setor de lácteos do País, nesta quarta – feira, 8, para tratar de ações que aumentem a produtividade e ampliem a competividade da cadeia produtiva de leite no exterior.

A cadeia produtiva do leite em debate na CNA (Foto: CNA)

Essas ações, segundo o presidente da CNA, têm que ser boas tanto para o setor primário quanto para a indústria.

– Por isso, vamos construir projetos juntos –  afirmou Martins.

Ele reforça que o avanço da produtividade passa pelo aumento da eficiência e do conhecimento e enfatiza a importância da atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) neste processo.

– O SENAR têm condições de capacitar e oferecer assistência aos produtores. Isso é fundamental para transformarmos o Brasil no maior produtor e maior exportador de leite do mundo – afirmou.

Paulo Hegg, representante do grupo Tirolez, maior exportador de queijos do Brasil, agradeceu à disposição da Confederação em construir o projeto de fortalecimento da cadeia produtiva.

– A CNA pode contar conosco para trabalharmos juntos. O Brasil já alcançou sucesso em outras áreas do agro e respeito no mundo todo. Agora, temos que confiar que também vamos conseguir isso com o leite – observou Hegg.

A abertura de novos mercados também foi pauta da reunião.

Segundo Marcelo Martins, diretor executivo da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos), o momento é bom porque a sociedade está madura para tentar um passo importante à frente, que é trabalhar sobre o aumento da produtividade do leite.

– As exportações de queijos, especialmente dos produtos processados, estão 40% mais altas do que no ano passado. Esse é o setor que mais cresce porque trata-se de um produto de maior valor agregado – analisou Martins.

O Superintendente Técnico da CNA, Bruno Luchhi, identificou que existe convergência e sinergia entre os setores primário e industrial.

– Vamos elaborar uma agenda focada na abertura de mercados, ganho de competitividade, melhoria da qualidade e da produtividade nacional – finalizou Lucchi.

Da Ascom/CNA, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

 

 

 

 

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